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“Não se faz política transformadora com sectarismo”, afirma Zé Eliton
26/09/2017 - 20h34 em Governo

“É preciso que se tenha capacidade de ouvir a todos, respeitar os que pensam de maneira diferente, e construir um cenário em que se possa avançar em políticas modernas para atender à população”, diz vice-governador ao analisar rumos da atividade pública. Segundo ele, são “um delírio” questionamentos ao programa Goiás na Frente. “A oposição vai continuar criticando e nós, compensando cheques e realizando obras”

“Não se faz política transformadora com sectarismo”, disse nesta semana o vice-governador Zé Eliton (PSDB) ao fazer uma análise dos rumos da atividade pública. Segundo ele, “é preciso que se tenha capacidade de ouvir a todos, de convergir, de compreender e construir um cenário em que o estado, a União, os municípios possam efetivamente avançar em políticas modernas para atender à população”.

Para Zé Eliton, a renovação é intrínseca na forma de pensar, agir e implantar políticas públicas. “Quando a gente vê um senador da República chamando outro para brigar lá fora, me parece que esse é um comportamento que não cabe nos dias atuais; é preciso respeitar, inclusive, aqueles que pensam diferente”, destaca.

Zé Eliton declarou que, ao se referir à ausência de renovação nos pré-candidatos apresentados por partidos da oposição ao governo, “além das características individuais de cada um, é muito mais na compreensão de mundo”. De acordo com o vice-governador, “é na divergência, na construção de ideias, de teses e antíteses, que se formula uma sentença”. Conforme ressalta, a inovação é um dos pilares do projeto de gestão que a base aliada apresentará à sociedade no próximo ano.

Segundo Eliton, o governador Marconi Perillo e ele sempre mantiveram uma postura de inovar práticas públicas. “Marconi exerce a chefia do executivo estadual, tem longa experiência ao empreender o quarto mandato, mas suas práticas são novas e modernas”, acentua.

“O que eu defendo é que nós possamos construir um projeto de governo que atenda aos anseios da população e que seja modelo, que represente a modernidade, a inserção de Goiás na economia do conhecimento, do saber, com investimentos em tecnologia, em inovação”, observa Zé Eliton.

Goiás na Frente

O vice-governador Zé Eliton também rebateu as contestações feitas por parlamentares oposicionistas ao programa de investimentos Goiás na Frente, garantindo que todos os recursos estão em caixa e que mais de 100 prefeitos já receberam as primeiras parcelas para a realização de obras de infraestrutura nos municípios. “As críticas são um delírio”, disse. “A oposição vai continuar criticando, e nós vamos continuar compensando os cheques e realizando as obras”, afirma.

“Já inauguramos, inclusive, obras de pavimentação asfáltica e recapeamento em Gameleira de Goiás, feitas totalmente com recursos do Goiás na Frente e há outras em andamento em todo o estado, inclusive hospitais, rodovias e presídios”, diz Zé Eliton.

Segundo o vice-governador, o programa envolve recursos de três esforços específicos. O primeiro deles, o ajuste fiscal feito entre 2014 e 2015, com redução da máquina administrativa e economia nas contas do governo. “Com isso formamos uma poupança que agora viabiliza investimentos”, destaca. Depois, lembra Zé Eliton, o governo pôde alienar ativos provenientes da venda Celg. “Além disso, o governo realizou operações de crédito, a última delas, de R$ 600 milhões, com a Caixa Econômica”, disse.

Entre as principais obras em andamento nas várias regiões do estado, o vice-governador e coordenador do programa Goiás na Frente destacou o Hospital de Uruaçu, duplicação, pavimentação e reconstrução de grandes eixos rodoviários, construção de cinco unidades prisionais, duas delas já praticamente concluídas, e vários Institutos Tecnológicos (Itegos).

Segurança Pública

Mais uma vez, Zé Eliton falou da necessidade de se tratar a segurança pública de forma mais aprofundada e não apenas com críticas superficiais. Conforme observou, o governo do estado tem investido no aumento e na valorização do efetivo, inclusive convocando recentemente 2.500 policiais militares. “Mas, a questão é muito mais complexa e envolve investimentos em inteligência, em tecnologia”, disse.

O vice-governador observou que, há 18 meses consecutivos, o estado tem registrado redução nos indicadores de criminalidade, apesar de que ainda preocupam manchas criminais principalmente na região metropolitana da capital e no entorno do Distrito Federal. “Mas, nos demais municípios a situação é tranquila, houve redução de explosões de caixas eletrônicas”, afirma.

Segundo ele, “a polícia faz o seu trabalho, excepcional; as forças policiais atuam com muita dignidade, temos um índice de resolutividade da ordem de 85%, e temos ações importantes”. Mas, isso, apenas não basta, afirma. Zé Eliton cita o exemplo de uma prisão de 14 integrantes de uma quadrilha suspeita de 50 homicídios, em meados do ano passado, com 400 quilos de maconha, em Aparecida de Goiânia. “No dia seguinte, a metade foi liberada na audiência de custódia, e os outros, um mês depois, estavam soltos e praticando crimes”, disse, para justificar a necessidade de endurecimento nas leis.

“Depois vem o deputado, o senador criticar; jogar para a plateia é fácil, mas mudar a legislação, nada fazem neste sentido”, rebateu. Para o vice-governador, quem comete um crime o faz por ato de vontade, “tem que ser preso e ficar preso, não colocar tornozeleira e voltar para a rua”.

Zé Eliton tem, de forma incisiva, afirmado que aqueles que criticam deviam fazer a sua parte, melhorando a legislação para que tenha fim a sensação de impunidade, que é um estímulo à continuidade da prática criminosa não só no estado, mas em todo o país.

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